sábado, 22 de novembro de 2008
VOU DE FÉRIAS
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
SUICIDIOS NAS FORÇAS DE SEGURANÇA
- Alimentam-se falsas expectativas aquando do ingresso nas forças de segurança. Os candidatos pensam que tudo é um mar de rosas. Prespectivas de carreira, ordenados compatíveis, uma assistência médica eficiente, etc. E depois, o que é que encontram?
- Fragmentações no seio familiar. Quantos deles abandonam mulheres e filhos nas localidades de onde são naturais para prestar serviço nos grandes centros urbanos;
- Dificuldades nas transferências para os Comandos de preferência;
- Pressão a que são submetidos durante o serviço;
- Falta de acompanhamento por parte da hierarquia quando em situações complicadas de natureza operacional. Com o evoluir dos tempos vai-se notando um maior isolamento por parte dos agentes policiais em acções de patrulhamento;
- A recente alteração da idade para atingir a pré-reforma;
- Outros motivos há que por razões éticas e morais não vou descrever.
Não sou saudosista dos antigos métodos utilizados pela hierarquia policial. No entanto, apesar da existência de uma disciplina rigorosa imposta pela hierarquia, notava-se uma maior solidariedade entre os membros da família policial. Os problemas de um elemento, mesmo de índole familiar, eram superados no grupo de trabalho. Havia sempre uma mão amiga que nos pousava no ombro. Dizia-se na altura e disso eramos acusados, que a Instituição era corporativista.
Actualmente, existe um Gabinete de Psicologia a funcionar na Quinta das Águas Livres em Belas, gabinete este que faz o acompanhamento dos elementos policiais que a ele recorrem. Já se ouve dizer que os psicólogos são escassos para as necessidades. Estamos a falar daqueles que voluntariamente recorrem aos serviços do gabinete. Então e aqueles que. embora necessitados, que estão devidamente sinalizados, que não reconhecem a sua situação de doentes, o que é que tem sido feito para os tratar? Nada.
Escrevo isto com mágoa e em tom de desabafo. Sou alguém que já lidou com estes problemas e que já viu partir amigos que optaram pelo suicidio como solução para os problemas. Eram excelentes profissionais e como humanos que eram, tiveram um momento de fraqueza que lhes foi fatídico.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
SENSACIONALISMO JORNALISTICO
de 24 de Março
Publicado no DR 59, Série I-A, 2.º Suplemento de 2005-03-24
Artigo 6.º
Dispensa do uso de cinto de segurança
1 - Quando o uso de cinto de segurança se revele inconveniente para o exercício eficaz de determinadas actividades profissionais, o director-geral de Viação pode dispensar o uso daquele acessório, a requerimento do interessado que comprove devidamente a inconveniência do uso do mesmo.
2 - Para os efeitos previstos no número anterior, são emitidos certificados de dispensa do uso do cinto de segurança, de acordo com o modelo e as regras técnicas aprovados por despacho do director-geral de Viação.
3 - Independentemente do despacho referido no n.º 1 do presente artigo, ficam dispensados do uso obrigatório do cinto de segurança dentro das localidades:
a) Os condutores de veículos de polícia e de bombeiros, bem como os agentes de autoridade e bombeiros quando transportados nesses veículos;
b) Os condutores de automóveis ligeiros de aluguer, letra A, letra T ou taxímetro.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
CLAQUES DE FUTEBOL - (A MINHA VISÃO)
Lembrei-me de escrever sobre este tema, devido aos factos passados ontem com uma das claques de um grande clube de futebol nacional, factos estes que abriram todos os noticiários das rádios e televisões nacionais e foram primeira página dos jornais diários.domingo, 16 de novembro de 2008
MUDAR OU ARRANCAR OS "MALHÕES"
Segundo o Código Penal vigente, arrancar ou mudar os marcos ou "malhões" é crime.
1º - De acordo com o art. 1353º do Código Civil, o proprietário pode obrigar os donos dos prédios confinantes a demarcar as estremas entre o seu prédio e os deles. Isto aplica-se nas situações em que não há demarcações ou quando estas estejam mal feitas.
2º - Nos termos do art. 1354º do mesmo Código, a demarcação é feita de acordo com os títulos de cada um (documentos que cada um possua) e, na falta destes, de harmonia com a posse em que estejam os confinantes ou ainda do que resultar de outros meios de prova.
3º - Se os títulos não determinarem os limites dos terrenos ou a área pertencente a cada proprietário, e a questão não puder ser resolvida pela posse ou por outro meio de prova, a demarcação faz-se distribuindo o terreno em litígio por partes iguais.
4º - Se os títulos indicarem um espaço maior ou menor do que o abrangido pela totalidade do terreno, atribuir-se-á a falta ou o acréscimo proporcionalmente à parte de cada um.
5º - O direito de demarcação é imprescritível, sem prejuízo dos direitos adquiridos por usucapião.
6º - A alteração de marcos é crime punível com pena de prisão até 6 meses ou dias de multa até 25 dias, caso tenha sido efectuado durante a vigência do Código Penal de 1982, ou de 60 dias de multa, se na vigência do actual Código Penal.
7º - Para que se verifique o crime de alteração de marcos, previsto e punido pelo artigo 216º do actual Código Penal, não basta provar-se que o proprietário do terreno confinante destruiu ou arrancou um marco; é também necessário provar-se que tais sinais tenham sido postos por decisão judicial ou com o acordo de quem estivesse legitimamente autorizado a dá-lo.
Tendo explicado os princípios básicos das demarcações de terrenos, cumpre-me dizer que os marcos não têm de ser de pedra. Outras coisas como uma árvore ou a vedação de esteios com arame também podem funcionar como marcos. Têm é que respeitar as regras acima enunciadas para que tenham o valor de marco. Isto é dizer, ou são considerados marcos por uma decisão judicial, ou por consentimento dos proprietários que marcam os limites dos seus terrenos. Nesta última situação, a existência de testemunhas ou de documentos escritos é um cuidado elementar a ter.
A resolução de litígios jurídicos que versem sobre estas questões não pode, de forma alguma, resumir-se a este parecer dada a complexidade de que, em geral, se revestem. Se a importância económica resultante dos problemas suscitados pelas demarcações assumir uma dimensão que mereça preocupação, é evidente que se torna indispensável um estudo mais aprofundado. Até porque a simplicidade com que se aflorou o tema não demonstra a complexidade da solução de matérias deste foro.
sábado, 15 de novembro de 2008
"OS GRAXAS"

sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O COMBOIO EM BARCA D'ALVA
Quando em criança ouvia falar de Barca D'Alva, não fazia a minima ideia da importância deste lugar anexo à freguesia de Escalhão do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Os almofalenses falavam da Barca como um local para onde iam "ganhar a jeira" integrados em ranchos que se dividiam pelas muitas quintas ali existentes. Eram trabalhos sazonais como a vindima, a apanha da azeitona e a apanha da amêndoa, que justificavam um maior empenhamento de matéria humana. Os habitantes de Barca d'Alva, na sua maioria, eram empregados da CP, Guardas Fiscais ou pescadores, o que só por isso, justificava o recrutamento de jeireiros para trabalhos agrícolas nas outras freguesias rurais do concelho.quarta-feira, 12 de novembro de 2008
SAÚDE
Folheei o Ecos da Marofa nº. 386 de 10NOV2008. Entre as muitas para não dizer a totalidade das notícias que me prenderam a atenção, houve uma que mais "aguçou" a minha curiosidade. Até pelo simples facto de eu já me ter pronunciado sobre esse assunto neste blogue.terça-feira, 11 de novembro de 2008
DIA DE S.MARTINHO E NÃO SÓ

Hoje é dia de S.Martinho. Já o diz o provérbio popular " No dia de S.Martinho vai à adega e prova o teu vinho". Ninguém se lembraria do dia de S.Martinho se a ele não estivessem associadas as castanhas assadas e o vinho. Poderemos dizer que é um dia celebrado por conveniência. Hoje é o dia em que aqueles que habitualmente bebem uns copitos arranjam uma desculpa séria, quando são detectados com excesso de alcool: " Então Sr. Guarda, não sabe que dia é hoje?". É esta a desculpa para os seus excessos.
Até hoje nunca consegui descobrir a ligação entre o S.Martinho, as castanhas e o vinho, a não ser o dia da celebração e a conveniência da escolha deste dia.
No calendário liturgico, o dia de S.Martinho celebra-se no dia 11 de Novembro, data em que o Santo, no ano de 397, foi a enterrar em Tours-França, depois de ter falecido dois ou três dias antes em Candes.
S.Martinho é santo patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, etc. e o facto do seu dia coincidir com a época do ano em que se celebra o culto dos antepassados e com a altura em que terminam os trabalhos agrícolas e se começa a usufruir das colheitas ( do vinho, dos frutos, etc) leva a crer que a festa deste Santo tenha uma componente de exuberância que actualmente tende a prevalecer.
Assim, em Portugal, o dia de S.Martinho, é lembrado principalmente para enaltecer o espirito da solidariedade. Quem nunca ouviu contar o episódio em que partilhou a sua capa do uniforme de soldado com um pobre pedinte?
Um bom dia de castanhas assadas e bom vinho para todos os Almofalenses.
Nem eu me lembrava. Para os esquecidos como eu, lembro-os que hoje passam 90 anos sobre a assinatura do Armisticio que marcou o fim da 1ª. Guerra Mundial. Tratou-se do primeiro conflito armado do Séc. XX
domingo, 9 de novembro de 2008
DIVERTIMENTOS
sábado, 8 de novembro de 2008
FIM DE SEMANA

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
CARTA ABERTA AO SR. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

DIA DE FINADOS
Foi dia de Finados. Gostaria de ter estado presente fisicamente nos Cemitérios de Almofala e de Mata de Lobos em homenagem aos meus antepassados. Tal não foi possível por força da minha profissão. Estive presente em espirito. Neste dia telefonei para minha mãe (o que é prática diária) com quem desabafo e sei notícias da minha terra. Foi com uma grande emoção, o que se notava na sua voz, que me contou da sua ida ao cemitério e da grande afluência de pessoas no mesmo. Fiquei feliz em saber que as gentes da minha terra ainda dão valor e continuidade a um ritual praticado pelos nossos antepassados. Temo que com o evoluir dos tempos, desarticulação das familias e deslocalização das mesmas, esta prática vá caír em desuso. Seria bom que se mantivesse, mesmo que anual, e fosse transmitida de pais para filhos de modo a não deixar caír esta tradição.domingo, 26 de outubro de 2008
AINDA A CRISE NA ADEGA DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO
terça-feira, 21 de outubro de 2008
CADA VEZ SE EXIGE MAIS SEGURANÇA

- Daqueles que nos batem à porta e nos garantem ganhos de dinheiro fácil;
- De pessoas que não conhecemos e que se apresentam como cobradores da água, luz ou telefone. (Caso desconfiemos, temos o direito de solicitar a identificação funcional dos mesmos. Ainda assim há quem utilize cartões de identificação falsificados);
- Comunicar telefonicamente com a autoridade policial da àrea, Neste caso a GNR de Figueira de Castelo Rodrigo (Telef. 271 312 142), número este que deve estar sempre "à mão" e pronto a ser consultado;
- Fixar os pormenores dos burlões, isto é: côr do cabelo, etnia, côr dos olhos, se usam barba ou bigode, o que trazem vestido, a altura, tentarmos ver a idade aproximada dos mesmos, se têm alguma deficiência visível, etc. Caso se façam transportar em automóvel devemos fazer um exercício de memória de modo a fixar a matricula, marca e côr do mesmo.
Geralmente, quem se dedica a este tipo de crime não usa a violência. Contudo, poderão fazer uso dela quando os seus intentos não são conseguidos. Neste caso, aconselho mais uma vez, a que se mantenha a serenidade e não se manifestem sinais de nervosismo e seja qual for o pretexto invocado pelos burlões, nunca os convidem a entrar em casa. Refiro este último conselho, pois sendo eu Almofalense e conhecendo a hospitalidade das gentes de Almofala, não me espantaria que fosse esta a primeira atitude tomada quando alguém nos bate à porta, mesmo sendo desconhecido.
domingo, 19 de outubro de 2008
A CRISE ECONÓMICA EXPLICADA AOS PEQUENINOS

quinta-feira, 16 de outubro de 2008
CRISE NA ADEGA COOPERATIVA DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

quarta-feira, 15 de outubro de 2008
CHAFARIZES DE ALMOFALA
Nasci na Rua de “Canta la Rana” e, desde muito novo, habituei-me a ver o chafariz situado no Terreiro da Coimbra, com uma grande afluência de moradores que ali enchiam os seus cântaros com água. Os tempos mudaram e com a instalação da rede de águas no domicílio essa afluência foi diminuindo mas, mesmo assim, muitas das pessoas preferiam beber a “água da tinaria”. Por outro lado, o chafariz que servia de bebedouro aos animais viu diminuída a sua importância pelo facto de, praticamente, já não existirem “bestas” que justificassem a sua reparação ou conservação. Contudo, esses chafarizes continuam lá e servem para embelezar e recordar memórias antigas.
O reparo/apelo que faço às entidades competentes, Junta de Freguesia de Almofala e Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, vai no sentido de os sensibilizar para a recuperação de todos os chafarizes de Almofala de modo a que este património não se degrade e as pessoas continuem a ver neles alguma actividade.
ACTUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO NA INTERNET
LENDA DAS ÁGUAS DE ALMOFALA
http://www.cantodaterra.net/ct/site/lendas/lenda.asp?id=27
ou
http://forum.g-sat.net/showthread.php?t=25908
terça-feira, 14 de outubro de 2008
DE ALMOFALA? QUAL ALMOFALA?

Está transcrito no seguinte blog http://bengalinha.blogspot.com/2008/03/quadro-de-mobilidade.html, a seguinte afirmação:
"...A Lurdinhas, entretanto, explicou-se. Disse a ilustre almofalense a seguinte enormidade:..."
A pergunta que eu faço e responda quem souber para que sejamos elucidados: QUAL ALMOFALA? SERÁ A NOSSA?
ALMOFALA
É de admitir que a primitiva povoação tenha surgido junto da “Torre das Águias”, de origem romana, ou no castro celta de Santo André.
Nos campos de cereal e hortas que rodeiam a povoação existiu até meados do século XVII, uma pequena freguesia conhecida por “Colmeal das Olas”, com cerca de 50 habitantes. Foi completamente arrasada em Outubro de 1642 quando forças espanholas invadiram a povoação durante a Guerra da Restauração. Visitando o lugar, ainda se descobrem muitos vestígios de casas e de uma capela. Próximo desta zona encontra-se um carrasco, árvore selvagem, de tão grande porte que quem o vê pela primeira vez, se admiram pela sua grandiosidade.
Quem se desloca da sede do concelho para a povoação de Almofala encontra no seu percurso a barragem de Santa Maria de Aguiar onde existe um extenso lençol de água onde habitam diversas espécies de aves aquáticas como os patos, galeirões, mergulhões, galinhas de água, gaivotas entre outras.
Um pouco mais à frente, ao chegar perto da capela de São Sebastião, milhares de pequenas amendoeiras em flor dão uma imagem deslumbrante para quem visita esta região. Na região de Santo André encontra-se uma das maiores colónias de grifos de Portugal. Esta ave necrófaga, com 1 metro de comprimento e cerca de 2,5 metros de envergadura, apresenta a cabeça e o pescoço cobertos de penas brancas e o resto de corpo de penas pretas.
Talhado no duro granito da região, perto da povoação, podemos admirar um solitário cruzeiro, datado do século XVI denominado “Cruzeiro Roquilho” ou “Divino Manso Roqueiro”. No topo, numa pedra com forma de prisma, estão gravadas a imagem de um cordeiro e a concha ou “vieira” de Santiago. Este cruzeiro assinalava o caminho que, vindo de Escarigo, seguia por uma estreita rua de Almofala conhecida por “calle canta la rana”.
Na rua Direita existe ainda hoje um enorme poial que serve de assento às pessoas que regressam cansadas do trabalho e que se juntam aqui para uma amena conversa. Chamam-lhe “Pedra da Paciência”. Outrora, quando os “homens bons” da freguesia eram os juizes do povo, a que cabia aplicar as coimas, nele se sentavam os “magistrados locais”, para discutirem o assunto e, depois de sabiamente terem reflectido, aplicarem a multa conveniente. Os “julgamentos” eram demorados , tendo todos os membros da comunidade a oportunidade de apresentarem a sua opinião. Porém a pedra mantinha-se inerte e indiferente aos acontecimentos que a rodeavam mostrando toda a sue eterna paciência.
Esta região foi também conhecida pela quantidade de minas de pirites, associada à prata, que existiram em tempos remotos. Existe mesmo na povoação um lugar denominado “cabeço da prata” onde se supõe terá existido uma mina de onde se extraia aquele metal precioso. Por aqui foram encontrados vestígios de uma “villae”, herdade romana, que atendendo à fertilidade das terras se deveria destinar à exploração agrícola. No “Vale do Torno” foram encontrados machados de pedra do Período Eneolítico a quem o povo chamava “pedras de raio” e atribuía poderes sobrenaturais.
A Igreja Matriz é simples, sem adornos exteriores dignos de nota. A torre sineira tem a forma de prisma terminando em pirâmide. O templo é amplo e apresenta um altar-mor, com retábulo barroco, de arco perfeito, revestido com talha dourada. Nos altares colaterais, junto ao arco que dá acesso à capela-mor, de colunas salomónicas, com 6 espiras cada. Na sacristia existem antigas imagens de santos e um artístico lavabo de pedra de 1766. O tecto da capela-mor, de abóbada de berço, é de madeira de alfarge, em caixotões decorados com desenhos multiformes. No adro da igreja existe um cruzeiro de pedra, colocado em 1640, para perpetuar o sacrifício que a freguesia sofreu em 1642, durante a Guerra da Independência.
A “Torre das Águias” ou “Torre dos Frades” são os nomes pela qual é conhecida esta ruína que, para além da função inicial para a qual foi construída no tempo do domínio romano, terá sido o primitivo convento dos monges de Aguiar e, posteriormente, posto de vigia militar. Esta torre sofreu várias modificações no seu traçado original, ao longo dos séculos. Atingiu o momento de glória durante a Guerra da Restauração, funcionando como posto de vigia. Foi destruída em 12 de Outubro de 1642 quando no decorrer da referida guerra o Duque de Alba mandou invadir o concelho. Durante 2 anos, as tropas espanholas espalharam a destruição e o terror pela região. Junto à torre existia uma pequena povoação, chamada “Torre de Frades” com 40 habitantes que foi completamente destruída e arrasada. Nos tempos áureos do domínio romano, a “Turris Aquilaris” funcionou como pousada para os viajantes, civis e militares, que cruzavam a via imperial romana ligando a cidade da Guarda e Astorga. Também este monumento tem a sua lenda que se relata na secção respectiva.
A Capela de Santo André foi construída em 1909 no local onde terá existido um templo romano. Ainda se pode admirar a sua porta em ogiva dessa época. As duas esculturas zoomórficas, colocadas à entrada do recinto da capela representam a escultura de um de um touro e de um porco com características da época proto-histórica. A nova capela é de construção simples. Ladeando o altar-mor estão dois painéis pintados que representam o Calvário e a Eucaristia, numa representação da Última Ceia de Cristo.
(RETIRADO DO SITE)
http://cardoso.com.sapo.pt/Figueira/Almofala.html
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
ALMOFALA UMA DAS SETE MARAVILHAS NATURAIS DE PORTUGAL
A MEUS PAIS
Aos meus pais, ANTÓNIO e GEORGINA
Obrigado por existirem e por serem quem são. Obrigado pela dedicação,
pela amizade, pelo companheirismo.
Obrigado pela vida e pelo orgulho que é ter nascido de vós.
Obrigada pelos ensinamentos, pelos sermões, pelos castigos, pelas palmadas e,
principalmente pelos exemplos. Eles são valiosissimos.
Obrigada por me terem repreendido quando o merecia
Assim, pude ver que na vida nem tudo é como a gente quer.
Aprendi a ter limites, a ser mais "gente".
Obrigada pelas preocupações. Sei que muitas vezes fui (e ainda sou) a vossa causa de insónia.
Obrigada por tudo.
Aprendi a ter coragem, a não desanimar, a saborear a vitória.
Obrigada pelas mãos entrelaçadas na minha, dando-me confiança,
na certeza de trilhar por caminhos seguros e na certeza de que terei sempre onde me amparar caso tropece.
Obrigada pelos "nãos" que me deram...Na altura não os compreendia.
Perdão por tudo o que de mal fiz, por tudo o que não fiz e pelo que pensei fazer.
Deus vos abençoe, dando-me a alegria
de vos ter ainda por muito tempo.
Adoro-vos
DESERTIFICAÇÃO
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Aos Almofalenses e amigos de Almofala
O meu muito obrigado a todos.


