Nas minhas relações inter-pessoais sou daqueles que dou uma importância enorme à palavra AMIZADE. Não só no sentido literal da palavra mas em tudo o que ela significa como sentimento. É um valor demasiadamente precioso para o deitarmos fora. Ser amigo não é estar presente em todos os momentos, mas dizer presente quando necessário. Um amigo não é aquele que perdoa tudo. É saber ultrapassar e compreender, quando possível, as falhas dos outros. Poderia aqui enumerar uma imensidão de qualidades que definem o verdadeiro amigo e talvez me tornasse repetitivo. A amizade não se mede, sente-se. Só que por vezes os nossos sentidos também nos enganam. Já Confucio o dizia "Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade".sábado, 31 de janeiro de 2009
O VALOR DA AMIZADE
Nas minhas relações inter-pessoais sou daqueles que dou uma importância enorme à palavra AMIZADE. Não só no sentido literal da palavra mas em tudo o que ela significa como sentimento. É um valor demasiadamente precioso para o deitarmos fora. Ser amigo não é estar presente em todos os momentos, mas dizer presente quando necessário. Um amigo não é aquele que perdoa tudo. É saber ultrapassar e compreender, quando possível, as falhas dos outros. Poderia aqui enumerar uma imensidão de qualidades que definem o verdadeiro amigo e talvez me tornasse repetitivo. A amizade não se mede, sente-se. Só que por vezes os nossos sentidos também nos enganam. Já Confucio o dizia "Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade".quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
ESPELHO DA JUVENTUDE

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
(E)VIDENTE

Hoje vou-me tansformar em vidente, ou se assim o preferirem em "bruxo".
Durante a passada semana, a imprensa nacional, e não só, voltou a relançar a celeuma do chamado caso "Freeport" de Alcochete.
Trata-se de um empreendimento que não conheço nem sei a sua localização exacta e como tal abstenho-me de comentar técnicamente se existiu ou não invasão do parque ambiental junto ao Rio Tejo.
O que aqui está em causa são os factos subsquentes e que indiciam favorecimento e enriquecimento pessoal de "satélites" que gravitam em torno de figuras influentes.
E quando os casos envolvem políticos, logo estes sacodem a "água do capote" e endossam as culpas para outros mais fragilizados, usando os mais variados estratagemas.
Escrevia o jornalista, professor de jornalismo, Mário Mesquita, então no Público, algo curioso:"Os actores destes eventos ( ou pseudo-eventos consoante os casos) não são, em regra, jornalistas, mas elementos de equipas especializadas em contra-informações que trabalham junto dos partidos ou dos grupos de pressão. Aos jornalistas fica reservada a decisão de lhes dar voz ou de limitar as vias de disseminação do boato".
Já assim aconteceu em casos anteriores.
Perante este novo caso e não sendo eu um "bruxo" afigura-se -me que estará para breve o "rebentamento de uma bomba", só não sei onde, que transferirá todas as atenções, com o intuito de levar ao esquecimento o caso "Freeport"
sábado, 24 de janeiro de 2009
BLOGOSFERA

Entrei neste mundo por mero acaso. Ouvia falar na comunicação social da existência de blogues e não tinha a mínima ideia da sua essência. A curiosidade aguçou-me o apetite. Consultei alguns blogues e gostei do modo como os assuntos são tratados segundo a prespectiva dos autores. Nalguns deles, ao lê-los com muita atenção, verifiquei que as minhas ideias eram em sentido oposto. No entanto, apesar das divergências de ideias, existe debate. Não concordo e comento educadamente o assunto, dando a minha opinião, baseando-a em factos constatados e experiência adquirida ao longo da vida. Outros há que nem merecem resposta tal a "ordinarice" de conteúdo.
Neste momento, após vários meses de experiência, equiparo um blogue a uma casa construída com muito amor e carinho, de portas abertas, sempre pronta a receber as visitas.
É assim o meu blogue. Graças a Deus, tenho na minha casa os melhores visitantes. As visitas que sempre desejei.
Outros blogues há que não são assim. Refiro-me concretamente àqueles visitantes que, aproveitando-se da figura do "anónimo", tratam de ofender tudo e todos. Se o autor do artigo fala em "alhos" essas figuras "mal educadas" comentam em "bugalhos".
O simples facto de entrar num blogue e exprimir um comentário é merecedor de ali deixarmos a nossa impressão digital assinando com o nosso nome o livro de visitas. Só assim seremos dignos de ser consideradas visitas desejadas.
Tenho visitado alguns dos blogues existentes na cidade onde exerço a minha profissão (Elvas). Os assuntos tratados são pertinentes e merecedores de comentário. Como atrás referi, podemos não concordar com eles, mas assiste-nos o direito de discordar educadamente. Mas não. O que se verifica é um "disparatar" de comentários ofensivos, de crítica destrutiva, quase sempre motivada por causas políticas e efectuados por "gente" anónima.
Se o comentário efectuado por um "anónimo" for de elevado nível (cultural e educativo), poder-se-à considerar que o seu autor é uma pessoa tímida. Agora se o comentário tiver o único intuíto de ofender, temos o direito de considerar este "anónimo" como uma pessoa cobarde.
domingo, 18 de janeiro de 2009
UM EXEMPLO A SEGUIR POR OUTROS - APOIO SOCIAL

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
SÁBIAS PALAVRAS DO CARDEAL PATRIARCA DE LISBOA

Tem razão o Cardeal Patriarca de Lisboa, D.José Policarpo, quando afirma ser "muito díficil" o diálogo com os muçulmanos. Na minha opinião só peca por tardio. Há muitas diferenças e algumas delas com uma certa profundidade entre as culturas católica e muçulmana. Alguma imprensa sensacionalista tentou levar estas sábias palavras para um contexto que não aquele em que foram inseridas.
Como católico compreendo tais palavras e agradeço a D.José Policarpo a coragem que teve em as proferir. São assim os bons lideres espirituais. Deviam ser assim os bons lideres políticos.
Entre outras coisas, D.José Policarpo, disse: "Só é possível dialogar com quem quer dialogar. Por exemplo, com os nossos irmãos muçulmanos o diálogo é muito difícil", "Estão a dar-se os primeiros passos, mas é muito difícil porque eles não admitem sequer (a crítica)", " a verdade deles é única e é toda", " Pensem duas vezes antes de casar com um muçulmano. Nem Alá sabe onde é que acabam".
E mais, deu como exemplo um problema que se passou em Colónia, na Alemanha. A catedral foi cedida por empréstimo à comunidade muçulmana para uma cerimónia no Ramadão. Após o empréstimo, a comunidade muçulmana não abdicou da Catedral tendo sido necessária a intervenção policial. "Os muçulmanos têm uma visão da sua religião em que o sítio onde se reunem para rezar fica na posse deles. É o sítio onde Alá se encontrou com eles, portanto, mais ninguém pode rezar naquele sítio".
Há, acima de tudo, uma necessidade de diálogo inter-religiões. Se ele não existe, penso não ser culpa da Igreja Católica.
Que Deus o abençoe, D. José Policarpo.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
FILHO ÉS PAI SERÁS...

Filho és pai serás, como vires fazer assim acharás. Trata-se de um provérbio antigo em que se narra a história de uma pequena aldeia onde os seus habitantes tinham o costume de levar os pais, já idosos, para o cimo de uma montanha onde iriam passar o resto dos seus dias de vida. Certo dia, um filho ao levar o seu progenitor para essa dita montanha, deixou-lhe uma capa para ele se agasalhar do frio. Eis senão quando, o velhote, virando-se para o filho, perguntou-lhe se ele tinha uma faca. Intrigado com esta pergunta enigmática, o filho pretendeu saber o porquê desta questão. Resposta sábia do velhote: " É para cortar a capa do agasalho que me deste para tu ficares com metade quando os teus filhos de trouxerem para este monte".
Vem esta história a propósito de uma notícia que hoje ouvi na Rádio Sim e que interferiu com os meus sentimentos. Sou pai e sou filho.
O jornalista, com a devida fundamentação baseada em entrevistas, dava a notícia que, em Setúbal, mais precisamente no Hospital de S.Bernardo, são efectuados diariamente depósitos de idosos, para que sejam internados naquela unidade hospitalar. Segundo um dos entrevistados, ao que presumo tratar-se de um elemento que integra a direcção do Hospital, alguns deles deixam ali os pais para irem descansados ver o Vitória de Setúbal.
Falar de relações de afectividade não é propriamente um discurso que me agrade e para o qual eu esteja devidamente preparado sociologicamente. A minha explanação de ideias é baseada na prática e na cultura de valores que me foram transmitidos.
Trata-se de um delicado tema que envolve não somente direitos e deveres, mas também questões morais e éticas que habitam (ou deviam habitar) na consciência de cada ser humano.
Os pais têm, em relação aos filhos, o dever de sustento, de cuidado, de zelo, de educação, etc. Os filhos, por sua vez, mais que não seja, têm essa dívida para saldar. Talvez os pais não exijam essa retribuição mas é nosso dever moral satisfazê-la.
A maior parte dos comportamentos do ser humano são adquiridos. Ou seja, algumas poucas atitudes são provenientes de traços da própria personalidade, enquanto a maioria é construida ao longo da vida, quando o ser humano tem contacto com pessoas, objectos e conhecimento, seja este teórico ou empírico. Traumas e maus tratos, mais precisamente o trauma do abandono afectivo parental, imprimem uma marca inesquecível, tipo nódoa negra, no comportamento das crianças ou adolescentes. Podem-se relatar inúmeras formas de abandono moral e afectivo que vão formar na mente das pessoas desejos de vinganças pessoais, próprias de uma vida desprovida de prespectivas e responsabilidades.
Este é acima de tudo um problema actual fruto do rumo imprimido a esta sociedade injusta e imoral. Todos os valores éticos e morais são esquecidos.
Não quero com isto dizer ou afirmar que todos os filhos tenham o mesmo comportamento em relação aos pais. Felizmente a grande maioria, onde me incluo, não se revê no quadro que relatei.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
DESTINO DE FÉRIAS......PARA ALGUNS
Tal local, situa-se no Brasil, destino de muitos portugueses e, desde já, não o indico por ser um mau local de férias ou um lugar menos aprazível. Isso eu não sei. A minha sugestão é pelo nome e, primeiramente, gostaria que aqueles que "expelem raiva e ódio" fossem os primeiros a seguir o meu conselho. Vão até à........
E utilizem este autocarro:
sábado, 10 de janeiro de 2009
TEMOS RAZÃO PARA EXIGIR

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
HOJE É SEXTA-FEIRA

terça-feira, 6 de janeiro de 2009
GINÁSIO CLUBE FIGUEIRENSE

O futebol de hoje não é o mesmo do antigamente. Não quero com isto dizer que actualmente não se jogue melhor futebol e que não existam melhores jogadores. Antes pelo contrário, o futebol evoluiu e existem melhores condições para a prática desportiva.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
ANO 2009

Mais um ano que se inicia, desejos redobrados e esperanças de concretização de projectos adiados que se querem ver realizados.
É voz popular que "os portugueses nem para pedir são". Contudo, ao iniciar um novo ano, este rifão popular cai completamente por terra. Pedimos tudo e mais alguma coisa. Aplica-se aqui um outro termo popular muito usado quando se efectua um grande pedido: " não és pobre a pedir".
Como em tudo na vida, há uns com mais sorte que outros. Alguns mesmo não tendo pedido nada alcançam grandes coisas, outros há que se fartam de pedir e não alcançam nada. Se a alguns a sorte lhes bate à porta e sobem de uma só vez as escadas da vida, há outros que as sobem, degrau a degrau, com muito trabalho, paciência e profissionalismo.
Quero compartilhar com todos os meus votos para o ano de 2009.
Peço a Deus que traga a Paz ao mundo. Que acabe com as guerras cruéis e desumanas, movidas por interesses politicos, económicos e raciais que só prejudicam a prosperidade das nações e criam desuniões entre as pessoas. Que haja harmonia entre os povos.
Peço a Deus que, diariamente, ao ligar os televisores e rádios para ouvir as notícias, seja para ouvir notícias boas , não noticias más.
Peço a Deus saúde para todos. Que a ciência evolua e que encontre a cura milagrosa para doenças até hoje incuráveis.
Peço a Deus que os governos legítimos das nações cumpram o prometido nas campanhas eleitorais e que os governos ilegítimos, tomados pela força das armas, caiam e dêem lugar a governos eleitos democraticamente.
Peço a Deus que acabe com a fome no mundo. Milhões de crianças, sem qualquer culpa, sofrem e morrem com este mal.
Peço a Deus que conceda a todas as pessoas do mundo os pedidos bons formulados e que pretendam ver realizados
Em termos pessoais, desculpem-me a minha modéstia a pedir, uma vez que já fiz este pedido e ainda não foi atendido, espero que neste ano de 2009 me saia o euromilhões. Espero ainda que o meu F.C.Porto revalide o titulo de Campeão de Portugal, vença a Taça de Portugal, vença o Campeonato da Liga e que vença pela 3ª. vez a Champions.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
ALERTA DO SR. PROCURADOR-GERAL DA REPUBLICA

Terminamos mal 2008.
À boa maneira beirã, sem papas na língua, o Sr. Procurador-Geral da República, Dr. Pinto Monteiro, alertou para o possível aumento da criminalidade violenta em 2009. Não só alertou como indicou os motivos desse aumento:
Aumento do desemprego.
Existência de bairros que são autênticas ilhas de exclusão.
Os Ministros que tutelam os organismos que combatem a criminalidade comentaram cada um à sua maneira esta visão do Sr. Procurador-Geral da Republica. Enquanto o Ministro da Justiça, Dr. Alberto Costa, se recusou a comentar, o Ministro da Administração Interna, Dr. Rui Pereira, disse que o Governo estava atento a este fenómeno. Esperamos que sim.
Quanto ao desemprego trata-se de um problema politico-económico que foi uma das prioridades assumidas pelo actual governo aquando da sua tomada de posse e que consta do programa eleitoral do partido vencedor.
No que diz respeito às ilhas urbanas de exclusão social, o problema é mais abrangente e teremos de recuar no tempo para justificar a sua existência. Logo após o 25 de Abril, deu-se a independência às ex-colónias portuguesas. Simultâneamente, ocorreu a maior ponte aérea alguma vez existente, entre essas ex-colónias e a metrópole. As dificuldades para realojar todos os que optaram pelo regresso foram imensas.
Por falta de estruturas ou politica de realojamento, as barracas foram sendo construídas nas periferias das grandes metrópoles. Houve uma rápida multiplicação dos habitantes. As famílias eram cada vez mais numerosas e as carências aumentavam a todos os níveis. Tornaram-se autênticos refúgios de agentes do crime que viam nestes locais o seu "porto de abrigo".
Por interesses imobiliários ou por "problemas de consciência", houve necessidade de implementar uma nova política de realojamento. Ideia luminosa. O lugar das barracas devia ser preenchido com urbanizações modernas e com outra visibilidade. Para isso, havia que realojar os antigos ocupantes em bairros sociais. E foi isso que aconteceu. Mudou-se apenas de local. Os problemas persistem e tendem a aumentar com concentrações multiraciais, com varias culturas(usos e costumes) e diferentes valores.
Que este grito de alerta do Sr. Procurador-Geral da República não caia em "saco roto".
Já estamos habituados a sofrer. O sofrimento faz parte do viver dos portugueses. Só espero e desejo que o pensamento do Sr. Procurador-Geral da República não se concretize no ano de 2009, para bem de todos nós.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
VOLTEI A SER MENINO

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
FUMAR OU NÃO FUMAR, EIS A QUESTÃO


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
BOAS FESTAS
Nesta quadra Natalícia onde o amor deve imperar sobrepondo-se a ódios e inimizades devemos partilhar com todos, sem excepção, tudo o que de bom existe nesta nossa passagem pela vida. domingo, 21 de dezembro de 2008
VISITA A ALMOFALA DO BISPO DA GUARDA
sábado, 22 de novembro de 2008
VOU DE FÉRIAS
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
SUICIDIOS NAS FORÇAS DE SEGURANÇA
- Alimentam-se falsas expectativas aquando do ingresso nas forças de segurança. Os candidatos pensam que tudo é um mar de rosas. Prespectivas de carreira, ordenados compatíveis, uma assistência médica eficiente, etc. E depois, o que é que encontram?
- Fragmentações no seio familiar. Quantos deles abandonam mulheres e filhos nas localidades de onde são naturais para prestar serviço nos grandes centros urbanos;
- Dificuldades nas transferências para os Comandos de preferência;
- Pressão a que são submetidos durante o serviço;
- Falta de acompanhamento por parte da hierarquia quando em situações complicadas de natureza operacional. Com o evoluir dos tempos vai-se notando um maior isolamento por parte dos agentes policiais em acções de patrulhamento;
- A recente alteração da idade para atingir a pré-reforma;
- Outros motivos há que por razões éticas e morais não vou descrever.
Não sou saudosista dos antigos métodos utilizados pela hierarquia policial. No entanto, apesar da existência de uma disciplina rigorosa imposta pela hierarquia, notava-se uma maior solidariedade entre os membros da família policial. Os problemas de um elemento, mesmo de índole familiar, eram superados no grupo de trabalho. Havia sempre uma mão amiga que nos pousava no ombro. Dizia-se na altura e disso eramos acusados, que a Instituição era corporativista.
Actualmente, existe um Gabinete de Psicologia a funcionar na Quinta das Águas Livres em Belas, gabinete este que faz o acompanhamento dos elementos policiais que a ele recorrem. Já se ouve dizer que os psicólogos são escassos para as necessidades. Estamos a falar daqueles que voluntariamente recorrem aos serviços do gabinete. Então e aqueles que. embora necessitados, que estão devidamente sinalizados, que não reconhecem a sua situação de doentes, o que é que tem sido feito para os tratar? Nada.
Escrevo isto com mágoa e em tom de desabafo. Sou alguém que já lidou com estes problemas e que já viu partir amigos que optaram pelo suicidio como solução para os problemas. Eram excelentes profissionais e como humanos que eram, tiveram um momento de fraqueza que lhes foi fatídico.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
SENSACIONALISMO JORNALISTICO
de 24 de Março
Publicado no DR 59, Série I-A, 2.º Suplemento de 2005-03-24
Artigo 6.º
Dispensa do uso de cinto de segurança
1 - Quando o uso de cinto de segurança se revele inconveniente para o exercício eficaz de determinadas actividades profissionais, o director-geral de Viação pode dispensar o uso daquele acessório, a requerimento do interessado que comprove devidamente a inconveniência do uso do mesmo.
2 - Para os efeitos previstos no número anterior, são emitidos certificados de dispensa do uso do cinto de segurança, de acordo com o modelo e as regras técnicas aprovados por despacho do director-geral de Viação.
3 - Independentemente do despacho referido no n.º 1 do presente artigo, ficam dispensados do uso obrigatório do cinto de segurança dentro das localidades:
a) Os condutores de veículos de polícia e de bombeiros, bem como os agentes de autoridade e bombeiros quando transportados nesses veículos;
b) Os condutores de automóveis ligeiros de aluguer, letra A, letra T ou taxímetro.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
CLAQUES DE FUTEBOL - (A MINHA VISÃO)
Lembrei-me de escrever sobre este tema, devido aos factos passados ontem com uma das claques de um grande clube de futebol nacional, factos estes que abriram todos os noticiários das rádios e televisões nacionais e foram primeira página dos jornais diários.domingo, 16 de novembro de 2008
MUDAR OU ARRANCAR OS "MALHÕES"
Segundo o Código Penal vigente, arrancar ou mudar os marcos ou "malhões" é crime.
1º - De acordo com o art. 1353º do Código Civil, o proprietário pode obrigar os donos dos prédios confinantes a demarcar as estremas entre o seu prédio e os deles. Isto aplica-se nas situações em que não há demarcações ou quando estas estejam mal feitas.
2º - Nos termos do art. 1354º do mesmo Código, a demarcação é feita de acordo com os títulos de cada um (documentos que cada um possua) e, na falta destes, de harmonia com a posse em que estejam os confinantes ou ainda do que resultar de outros meios de prova.
3º - Se os títulos não determinarem os limites dos terrenos ou a área pertencente a cada proprietário, e a questão não puder ser resolvida pela posse ou por outro meio de prova, a demarcação faz-se distribuindo o terreno em litígio por partes iguais.
4º - Se os títulos indicarem um espaço maior ou menor do que o abrangido pela totalidade do terreno, atribuir-se-á a falta ou o acréscimo proporcionalmente à parte de cada um.
5º - O direito de demarcação é imprescritível, sem prejuízo dos direitos adquiridos por usucapião.
6º - A alteração de marcos é crime punível com pena de prisão até 6 meses ou dias de multa até 25 dias, caso tenha sido efectuado durante a vigência do Código Penal de 1982, ou de 60 dias de multa, se na vigência do actual Código Penal.
7º - Para que se verifique o crime de alteração de marcos, previsto e punido pelo artigo 216º do actual Código Penal, não basta provar-se que o proprietário do terreno confinante destruiu ou arrancou um marco; é também necessário provar-se que tais sinais tenham sido postos por decisão judicial ou com o acordo de quem estivesse legitimamente autorizado a dá-lo.
Tendo explicado os princípios básicos das demarcações de terrenos, cumpre-me dizer que os marcos não têm de ser de pedra. Outras coisas como uma árvore ou a vedação de esteios com arame também podem funcionar como marcos. Têm é que respeitar as regras acima enunciadas para que tenham o valor de marco. Isto é dizer, ou são considerados marcos por uma decisão judicial, ou por consentimento dos proprietários que marcam os limites dos seus terrenos. Nesta última situação, a existência de testemunhas ou de documentos escritos é um cuidado elementar a ter.
A resolução de litígios jurídicos que versem sobre estas questões não pode, de forma alguma, resumir-se a este parecer dada a complexidade de que, em geral, se revestem. Se a importância económica resultante dos problemas suscitados pelas demarcações assumir uma dimensão que mereça preocupação, é evidente que se torna indispensável um estudo mais aprofundado. Até porque a simplicidade com que se aflorou o tema não demonstra a complexidade da solução de matérias deste foro.
sábado, 15 de novembro de 2008
"OS GRAXAS"

sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O COMBOIO EM BARCA D'ALVA
Quando em criança ouvia falar de Barca D'Alva, não fazia a minima ideia da importância deste lugar anexo à freguesia de Escalhão do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Os almofalenses falavam da Barca como um local para onde iam "ganhar a jeira" integrados em ranchos que se dividiam pelas muitas quintas ali existentes. Eram trabalhos sazonais como a vindima, a apanha da azeitona e a apanha da amêndoa, que justificavam um maior empenhamento de matéria humana. Os habitantes de Barca d'Alva, na sua maioria, eram empregados da CP, Guardas Fiscais ou pescadores, o que só por isso, justificava o recrutamento de jeireiros para trabalhos agrícolas nas outras freguesias rurais do concelho.quarta-feira, 12 de novembro de 2008
SAÚDE
Folheei o Ecos da Marofa nº. 386 de 10NOV2008. Entre as muitas para não dizer a totalidade das notícias que me prenderam a atenção, houve uma que mais "aguçou" a minha curiosidade. Até pelo simples facto de eu já me ter pronunciado sobre esse assunto neste blogue.terça-feira, 11 de novembro de 2008
DIA DE S.MARTINHO E NÃO SÓ

Hoje é dia de S.Martinho. Já o diz o provérbio popular " No dia de S.Martinho vai à adega e prova o teu vinho". Ninguém se lembraria do dia de S.Martinho se a ele não estivessem associadas as castanhas assadas e o vinho. Poderemos dizer que é um dia celebrado por conveniência. Hoje é o dia em que aqueles que habitualmente bebem uns copitos arranjam uma desculpa séria, quando são detectados com excesso de alcool: " Então Sr. Guarda, não sabe que dia é hoje?". É esta a desculpa para os seus excessos.
Até hoje nunca consegui descobrir a ligação entre o S.Martinho, as castanhas e o vinho, a não ser o dia da celebração e a conveniência da escolha deste dia.
No calendário liturgico, o dia de S.Martinho celebra-se no dia 11 de Novembro, data em que o Santo, no ano de 397, foi a enterrar em Tours-França, depois de ter falecido dois ou três dias antes em Candes.
S.Martinho é santo patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, etc. e o facto do seu dia coincidir com a época do ano em que se celebra o culto dos antepassados e com a altura em que terminam os trabalhos agrícolas e se começa a usufruir das colheitas ( do vinho, dos frutos, etc) leva a crer que a festa deste Santo tenha uma componente de exuberância que actualmente tende a prevalecer.
Assim, em Portugal, o dia de S.Martinho, é lembrado principalmente para enaltecer o espirito da solidariedade. Quem nunca ouviu contar o episódio em que partilhou a sua capa do uniforme de soldado com um pobre pedinte?
Um bom dia de castanhas assadas e bom vinho para todos os Almofalenses.
Nem eu me lembrava. Para os esquecidos como eu, lembro-os que hoje passam 90 anos sobre a assinatura do Armisticio que marcou o fim da 1ª. Guerra Mundial. Tratou-se do primeiro conflito armado do Séc. XX
domingo, 9 de novembro de 2008
DIVERTIMENTOS
sábado, 8 de novembro de 2008
FIM DE SEMANA

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
CARTA ABERTA AO SR. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

DIA DE FINADOS
Foi dia de Finados. Gostaria de ter estado presente fisicamente nos Cemitérios de Almofala e de Mata de Lobos em homenagem aos meus antepassados. Tal não foi possível por força da minha profissão. Estive presente em espirito. Neste dia telefonei para minha mãe (o que é prática diária) com quem desabafo e sei notícias da minha terra. Foi com uma grande emoção, o que se notava na sua voz, que me contou da sua ida ao cemitério e da grande afluência de pessoas no mesmo. Fiquei feliz em saber que as gentes da minha terra ainda dão valor e continuidade a um ritual praticado pelos nossos antepassados. Temo que com o evoluir dos tempos, desarticulação das familias e deslocalização das mesmas, esta prática vá caír em desuso. Seria bom que se mantivesse, mesmo que anual, e fosse transmitida de pais para filhos de modo a não deixar caír esta tradição.domingo, 26 de outubro de 2008
AINDA A CRISE NA ADEGA DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO
terça-feira, 21 de outubro de 2008
CADA VEZ SE EXIGE MAIS SEGURANÇA

- Daqueles que nos batem à porta e nos garantem ganhos de dinheiro fácil;
- De pessoas que não conhecemos e que se apresentam como cobradores da água, luz ou telefone. (Caso desconfiemos, temos o direito de solicitar a identificação funcional dos mesmos. Ainda assim há quem utilize cartões de identificação falsificados);
- Comunicar telefonicamente com a autoridade policial da àrea, Neste caso a GNR de Figueira de Castelo Rodrigo (Telef. 271 312 142), número este que deve estar sempre "à mão" e pronto a ser consultado;
- Fixar os pormenores dos burlões, isto é: côr do cabelo, etnia, côr dos olhos, se usam barba ou bigode, o que trazem vestido, a altura, tentarmos ver a idade aproximada dos mesmos, se têm alguma deficiência visível, etc. Caso se façam transportar em automóvel devemos fazer um exercício de memória de modo a fixar a matricula, marca e côr do mesmo.
Geralmente, quem se dedica a este tipo de crime não usa a violência. Contudo, poderão fazer uso dela quando os seus intentos não são conseguidos. Neste caso, aconselho mais uma vez, a que se mantenha a serenidade e não se manifestem sinais de nervosismo e seja qual for o pretexto invocado pelos burlões, nunca os convidem a entrar em casa. Refiro este último conselho, pois sendo eu Almofalense e conhecendo a hospitalidade das gentes de Almofala, não me espantaria que fosse esta a primeira atitude tomada quando alguém nos bate à porta, mesmo sendo desconhecido.
domingo, 19 de outubro de 2008
A CRISE ECONÓMICA EXPLICADA AOS PEQUENINOS

quinta-feira, 16 de outubro de 2008
CRISE NA ADEGA COOPERATIVA DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

quarta-feira, 15 de outubro de 2008
CHAFARIZES DE ALMOFALA
Nasci na Rua de “Canta la Rana” e, desde muito novo, habituei-me a ver o chafariz situado no Terreiro da Coimbra, com uma grande afluência de moradores que ali enchiam os seus cântaros com água. Os tempos mudaram e com a instalação da rede de águas no domicílio essa afluência foi diminuindo mas, mesmo assim, muitas das pessoas preferiam beber a “água da tinaria”. Por outro lado, o chafariz que servia de bebedouro aos animais viu diminuída a sua importância pelo facto de, praticamente, já não existirem “bestas” que justificassem a sua reparação ou conservação. Contudo, esses chafarizes continuam lá e servem para embelezar e recordar memórias antigas.
O reparo/apelo que faço às entidades competentes, Junta de Freguesia de Almofala e Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, vai no sentido de os sensibilizar para a recuperação de todos os chafarizes de Almofala de modo a que este património não se degrade e as pessoas continuem a ver neles alguma actividade.
ACTUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO NA INTERNET
LENDA DAS ÁGUAS DE ALMOFALA
http://www.cantodaterra.net/ct/site/lendas/lenda.asp?id=27
ou
http://forum.g-sat.net/showthread.php?t=25908
terça-feira, 14 de outubro de 2008
DE ALMOFALA? QUAL ALMOFALA?

Está transcrito no seguinte blog http://bengalinha.blogspot.com/2008/03/quadro-de-mobilidade.html, a seguinte afirmação:
"...A Lurdinhas, entretanto, explicou-se. Disse a ilustre almofalense a seguinte enormidade:..."
A pergunta que eu faço e responda quem souber para que sejamos elucidados: QUAL ALMOFALA? SERÁ A NOSSA?
ALMOFALA
É de admitir que a primitiva povoação tenha surgido junto da “Torre das Águias”, de origem romana, ou no castro celta de Santo André.
Nos campos de cereal e hortas que rodeiam a povoação existiu até meados do século XVII, uma pequena freguesia conhecida por “Colmeal das Olas”, com cerca de 50 habitantes. Foi completamente arrasada em Outubro de 1642 quando forças espanholas invadiram a povoação durante a Guerra da Restauração. Visitando o lugar, ainda se descobrem muitos vestígios de casas e de uma capela. Próximo desta zona encontra-se um carrasco, árvore selvagem, de tão grande porte que quem o vê pela primeira vez, se admiram pela sua grandiosidade.
Quem se desloca da sede do concelho para a povoação de Almofala encontra no seu percurso a barragem de Santa Maria de Aguiar onde existe um extenso lençol de água onde habitam diversas espécies de aves aquáticas como os patos, galeirões, mergulhões, galinhas de água, gaivotas entre outras.
Um pouco mais à frente, ao chegar perto da capela de São Sebastião, milhares de pequenas amendoeiras em flor dão uma imagem deslumbrante para quem visita esta região. Na região de Santo André encontra-se uma das maiores colónias de grifos de Portugal. Esta ave necrófaga, com 1 metro de comprimento e cerca de 2,5 metros de envergadura, apresenta a cabeça e o pescoço cobertos de penas brancas e o resto de corpo de penas pretas.
Talhado no duro granito da região, perto da povoação, podemos admirar um solitário cruzeiro, datado do século XVI denominado “Cruzeiro Roquilho” ou “Divino Manso Roqueiro”. No topo, numa pedra com forma de prisma, estão gravadas a imagem de um cordeiro e a concha ou “vieira” de Santiago. Este cruzeiro assinalava o caminho que, vindo de Escarigo, seguia por uma estreita rua de Almofala conhecida por “calle canta la rana”.
Na rua Direita existe ainda hoje um enorme poial que serve de assento às pessoas que regressam cansadas do trabalho e que se juntam aqui para uma amena conversa. Chamam-lhe “Pedra da Paciência”. Outrora, quando os “homens bons” da freguesia eram os juizes do povo, a que cabia aplicar as coimas, nele se sentavam os “magistrados locais”, para discutirem o assunto e, depois de sabiamente terem reflectido, aplicarem a multa conveniente. Os “julgamentos” eram demorados , tendo todos os membros da comunidade a oportunidade de apresentarem a sua opinião. Porém a pedra mantinha-se inerte e indiferente aos acontecimentos que a rodeavam mostrando toda a sue eterna paciência.
Esta região foi também conhecida pela quantidade de minas de pirites, associada à prata, que existiram em tempos remotos. Existe mesmo na povoação um lugar denominado “cabeço da prata” onde se supõe terá existido uma mina de onde se extraia aquele metal precioso. Por aqui foram encontrados vestígios de uma “villae”, herdade romana, que atendendo à fertilidade das terras se deveria destinar à exploração agrícola. No “Vale do Torno” foram encontrados machados de pedra do Período Eneolítico a quem o povo chamava “pedras de raio” e atribuía poderes sobrenaturais.
A Igreja Matriz é simples, sem adornos exteriores dignos de nota. A torre sineira tem a forma de prisma terminando em pirâmide. O templo é amplo e apresenta um altar-mor, com retábulo barroco, de arco perfeito, revestido com talha dourada. Nos altares colaterais, junto ao arco que dá acesso à capela-mor, de colunas salomónicas, com 6 espiras cada. Na sacristia existem antigas imagens de santos e um artístico lavabo de pedra de 1766. O tecto da capela-mor, de abóbada de berço, é de madeira de alfarge, em caixotões decorados com desenhos multiformes. No adro da igreja existe um cruzeiro de pedra, colocado em 1640, para perpetuar o sacrifício que a freguesia sofreu em 1642, durante a Guerra da Independência.
A “Torre das Águias” ou “Torre dos Frades” são os nomes pela qual é conhecida esta ruína que, para além da função inicial para a qual foi construída no tempo do domínio romano, terá sido o primitivo convento dos monges de Aguiar e, posteriormente, posto de vigia militar. Esta torre sofreu várias modificações no seu traçado original, ao longo dos séculos. Atingiu o momento de glória durante a Guerra da Restauração, funcionando como posto de vigia. Foi destruída em 12 de Outubro de 1642 quando no decorrer da referida guerra o Duque de Alba mandou invadir o concelho. Durante 2 anos, as tropas espanholas espalharam a destruição e o terror pela região. Junto à torre existia uma pequena povoação, chamada “Torre de Frades” com 40 habitantes que foi completamente destruída e arrasada. Nos tempos áureos do domínio romano, a “Turris Aquilaris” funcionou como pousada para os viajantes, civis e militares, que cruzavam a via imperial romana ligando a cidade da Guarda e Astorga. Também este monumento tem a sua lenda que se relata na secção respectiva.
A Capela de Santo André foi construída em 1909 no local onde terá existido um templo romano. Ainda se pode admirar a sua porta em ogiva dessa época. As duas esculturas zoomórficas, colocadas à entrada do recinto da capela representam a escultura de um de um touro e de um porco com características da época proto-histórica. A nova capela é de construção simples. Ladeando o altar-mor estão dois painéis pintados que representam o Calvário e a Eucaristia, numa representação da Última Ceia de Cristo.
(RETIRADO DO SITE)
http://cardoso.com.sapo.pt/Figueira/Almofala.html

